Pinto da Costa diz que não cede a pressões e que Marega já tinha tudo acertado para renovar

Mais um capítulo do “caso” Marega. Agora é a vez de Pinto da Costa se pronunciar sobre o assunto em declarações ao jornal “O Jogo” dizendo que o Porto não recebeu nenhuma proposta concreta e revelando que já tinha chegado a acordo com o maliano para a renovação:

«Em relação a Marega, não temos nenhuma proposta concreta e na passada quinta-feira esteve no Porto o filho do dono do West Ham acompanhado de um empresário. Perguntaram por vários jogadores, um deles o Marega, mas não apresentaram nenhuma proposta concreta. O jogador e o empresário tinham acordado a renovação por mais uma época com novo vencimento e nova cláusula de rescisão. Os senhores do West Ham compreenderam a situação e não apresentaram nenhuma proposta concreta».

O líder máximo dos dragões apontou ainda na direcção de Azziz Ben Aissa, empresário do avançado: «Acho estranho que agora o empresário venha dizer que tinha a promessa de sair quando dias antes tinha estado a negociar um novo contrato com o FC Porto. O contrato estava pronto a ser assinado, mas posteriormente não assinaram. Se tivessem a promessa de que o jogador poderia sair, não iam negociar um novo contrato».

Pinto da Costa destacou ainda que o Porto não vai «ceder a pressões seja de quem for. Todo o jogador do FC Porto que quiser sair pode sair pela cláusula de rescisão. Para isso é que elas existem. E quando são assinadas pelo clube, jogador e empresário todos o fazem de livre vontade. Paralelamente pode ser negociado o valor da cláusula. Já houve casos em que descemos e casos em que subimos, como aconteceu recentemente com Diogo Dalot».

Terminou revelando que a SAD azul e branca já recebeu propostas por três jogadores: «Prometer a alguém que pode sair não existe no FC Porto. Neste momento, já recebemos várias propostas para a saída de jogadores e, para mostrar que falo com toda a exatidão, já tivemos propostas para saídas de Herrera, Diogo Leite e Aboubakar. Como não queremos a sua saída não baixamos as cláusulas».